Itália roteiro 10 dias: Roma, Siena, outras cidades menores da Toscana, Florença e Veneza

Se quiser, veja logo o artigo sobre cada cidade: Roma, Montepulciano, Montalcino, Siena, Monteriggioni, Florença, Veneza.

Apresentamos uma viagem à Itália, com duração de 10 dias, visitando Roma, Florença, outras cidades da Toscana e Veneza. Veja no mapa o trajeto geral da viagem. Na Toscana, visitamos Montepulciano, Montalcino, Monteriggioni, Siena e San Gimignano. Veja no mapa o percurso detalhado feito na região da Toscana.

Segue o roteiro de viagem sugerido:

dia 1, 2 e 3: Chegada a Roma. Dorme três noites em Roma. Veja o roteiro proposto para Roma no artigo específico para esta visita.
dia 4: Viagem de carro para Siena, passando por Montepulciano e Montalcino. Dorme em Siena.
dia 5: Monteriggioni, San Gimignano e Siena. Dorme em Siena.
dia 6: Viagem de carro para Florença (ver artigo sobre a cidade). Chegando na cidade, visitar logo: Piazza del Duomo e Piazza de La Signoria. Dorme em Florença.
dia 7: Florença. Ver na cidade: Galleria Uffizi. Ponte Vecchio. Palácio Pitti. Piazzas della Repubblica e di Santa Maria Novella, com a igreja de mesmo nome. Dorme em Florença.
dia 8: Viagem de trem para Veneza (ver artigo sobre a cidade). Ver na cidade no primeiro dia: Piazza do Duomo e Palácio San Marco. Dorme em Veneza.
dia 9: Veneza. Continuando os passeios: Palácio Ca’ d’Oro, Ponte Rialto e caminhada pelo bairro Dorsoduro. Dorme em Veneza.
dia 10: Último passeio pelas vielas e canais de Veneza. Partida de Veneza para Rio.

Com esta viagem dá para ter uma ideia das belezas da Itália. A partir dessa primeira investida, pode-se programar outra viagem (viagens?) com ritmo mais lento, saboreando cada lugar com mais vagar. Os passeios em Roma em dois dias foram em ritmo “puxado”. Há que ter bom condicionamento físico e tênis confortável. O foco foi olhar as paisagens e arquitetura, intercalando as caminhadas com refeições e inumeráveis cafés. Na Itália também tem os maravilhosos sorvetes. Um museu aqui e uma igreja acolá proporcionaram imagens bonitas de serem apreciadas. Mas as artes em recintos fechados foram apreciadas com moderação.

Metrô: Para visitar Roma não vale a pena alugar carro. O trânsito é bagunçado que nem no Rio. O metrô tem duas linhas que atendem aos principais pontos turísticos. A passagem custa um euro e pode ser comprada com moedas ou notas em máquinas disponíveis nas estações. É aconselhável ficar em hotel perto de estação de metrô para facilitar os deslocamentos.

Alugar carro: Viajar de carro na região da Toscana é o melhor. Permite dirigir pelas pequenas estradas e explorar as inúmeras belas cidades da região. Aluguel de carro foi feito na Alamo diretamente na Internet. O site deles foi o mais funcional e definiu a contratação. Escolhemos a agência da estação de trens Termini. Solicitamos um veículo para cinco pessoas e quatro malas. Na hora, só couberam três malas. O carro oferecido era da categoria certa, mais tinha um porta-malas pequeno que não correspondia ao solicitado: não cabiam as quatro malas. Custou duas horas para resolver, mas a Alamo forneceu um veículo da categoria acima, que deu mais conforto aos passageiros e couberam as malas.

Trem: A melhor maneira de ir de Florença para Veneza é no trem. Leva 2 horas e meia. A compra dos bilhetes de trem de Florença para Veneza foram feitas no site da Trem de Itália. Você pode comprar na no site da RailEurope, mas sai mais caro. Compre no site da Ferrovie del Stato Italiane que é mais barato. Comprei na 1a classe. O vagão é mais amplo e tem bom espaço para bagagem. Se você vai de Florença para Veneza, que era meu caso, não esqueça que deve comprar o bilhete para a estação Veneza Santa Lucia. Há uma estação Mestre, cinco minutos antes da ilha de Veneza, que confunde até na hora de saltar. Preste atenção e salte certo.

Compras: O melhor para comprar na Itália são os artigos de couro. A combinação do design com a qualidade do couro e bom preço é imperdível. As bolsas de mulheres são belíssimas e justificam que elas se abasteçam de novidades. Claro que não preciso dizer isso ao público feminino. Impressionaram-me as bolsas da marca Furla. Desenhos variados, com qualidade e preços toleráveis, quer dizer, na faixa de 100 a 300 euros. Os mercados de rua também oferecem bons produtos sem marca, mas com bom preço. Não vale a pena comprar dos camelôs africanos que vendem cópias de Louis Vuitton a 40 euros. Se você diz que não quer, ele abaixa imediatamente para 20 euros. Nem sei até onde esse preço vai parar. A polícia está em cima. A toda hora passa malandro correndo com um saco de bolsas nas costas. Também é possível ver os policiais carregando o mesmo saco depois da apreensão. Os sapatos também entram na lista dos produtos de oportunidade. Camisetas na faixa de 10 euros servem para saciar aqueles que gostam de uma “lembrancinha”. Se você quer comprar um casaco de couro, pode achá-los a partir de 200 euros com bom desenho e couro de pelica.

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