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Bariloche [deslocar-se] a pé, de ônibus, táxi, remises, carro alugado

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Andar a pé

Se você está hospedado perto do Centro, andar a pé na pequena cidade atende às necessidades de deslocamentos e é parte da programação turística em Bariloche. Pode acontecer um frio maior conforme o clima da temporada, ou um vento mais forte que vem do lago. Mas é tudo curtição de férias. Continue lendo Bariloche [deslocar-se] a pé, de ônibus, táxi, remises, carro alugado

Bariloche [esquiar] Cerro Catedral

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bariloche

O esqui em Bariloche acontece na estação de Cerro Catedral, que é a maior e concentra boa parte da atividade de esqui da região. A cidade vizinha Villa La Angostura (fica a 120km de Bariloche) também tem sua pequena estação, Cerro Bayo. Em San Martin de Los Andes, distante cerca de 200km de Bariloche, há a estação de Chapelco. Continue lendo Bariloche [esquiar] Cerro Catedral

Bariloche [viagem] de avião, carro ou ônibus

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A maneira usual de chegar a Bariloche é de avião, chegando de Buenos Aires, ou nos vôos charters que partem do Rio e São Paulo. O vôo fretado tem a vantagem de ser direto. Mas, tenham atenção, algumas companhias oferecem vôos fretados com conexão. Uma escala em Iguaçu para reabastecimento toma mais tempo da viagem, tempo que poderia ser usado, por exemplo, em passeio pela cidade na chegada a Bariloche. A hora do vôo também importante. Um vôo de retorno na parte da manhã nos faz perder aquele tempo precioso para as últimas compras. Continue lendo Bariloche [viagem] de avião, carro ou ônibus

Bariloche, Argentina

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Bariloche é uma pequena cidade na Patagônia Argentina que oferece belíssimas paisagens e a oportunidade dos brasileiros tomarem contato com a neve e os esportes de inverno, particularmente, o esqui e snowboard. A cidade tem boa estrutura de hotéis e restaurantes. A viagem típica à região tem a duração de sete dias.

A região próxima a Bariloche (num raio de 200km) oferece boas oportunidades de passeios que serão comentados nos artigos. Para dar o gostinho, veja exemplos de outros passeios para fazer na região a partir de Bariloche:

San Martin de Los Andes e os Sete Lagos | Vila de La Angostura, Lagos Espejo e Correntoso, San Martin de Los Andes | Junín de Los Andes, Vulcão Lanin, Lagos Huechulafquen e Paimún | Hua Hum, Lago Lácar, Lago Nonthué | San Martin de Los Andes, Lago e Villa Traful

Bariloche [dormir]

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Existe grande número de hotéis em Bariloche. A infra-estrutura hoteleira da cidade é boa e cresce a cada dia. Além dos hotéis no centro da cidade, há opções de bangalôs e cabanas bem localizadas às margens do lago. Dicas:

Hotel San Remo – San Martin 457, tel. +54-2944-424628. Fica perto do Hotel Panamericano. Veja o mapa. Esta é uma recomendação muito pessoal. O San Remo é um hotel simples e de administração familiar. (obs.: o hall do hotel foi remodelado em 2007). Ana Maria e seu filho Juan Pablo são pessoas muito gentis e de confiança para se tratar. Boa pedida para quem procura um quarto quente para descansar do esqui e não está buscando luxo. A relação custo/benefício é excelente. Os quartos do 5o andar têm belíssima vista para o lago Nauel Huapi. (veja foto acima)

Hotel Edelweiss – Muito bem situado, com bons quartos e uma boa piscina no último andar, de onde se pode ter vista parcial para o Lago Nauel Huapi. Os andares mais baixos, onde ficam os quartos, têm pouca ou nenhuma vista para o lago. Acho uma boa pedida em termos de custo/benefício para quem vai ficar no centro da cidade. O problema é que a demanda está forte em 2017. A diária do Edelweiss está em R$1200, cerca de US$350. Um exagero. 

Hotel Carlos V, se destaca pela localização próxima ao Centro Cívico (Morales 420, procure no Google Earth). Os quartos são minúsculos, móveis e camas liliputianas. Devem ser feitos sob medida, nunca tinha visto camas tão pequenas. Teve o caso de uma brasileira que se recusou a ficar no hotel, só que não tinha vaga em nenhum outro, não sei como acabou. O hotel é limpinho e é arejado toda manhã, não tem cheiro de mofo (acho que alguns hotéis não fazem o arejamento e por isso ficam com cheiro de mofo). O aquecimento é muito bom.

Hotel Torresol Thiago ficou nele em viagem pela CVC. Segundo ele, é simples, mas dá pra ficar 1 semana. O chuveiro é bem apertado para tomar banho. No jantar (o pacote da CVC incluia), normalmente, a comida ficava fria rapidamente. No mais, é hotel razoável que dá para se hospedar.

Cacique Inacayal Alice Ishii nos deu a dica. “A quem interessar, fui com meu marido e meu filho de 10 anos a Bariloche….e fiquei num hotel maravilhoso…..Cacique Inacayal….fica perto do centro, onde ia caminhando até a cidade em 10 minutos…Maravilhoso, pequeno, charmoso, com uma comida explêndida, piscina, e o mais gostoso, as margens do lago Nahuel…LINNNNNDO.” Vale conferir!

Hotel Apartur Mitre 685. Marcia viajou e nos enviou e dica do hotel. Localizado na rua principal de Bariloche. Muito bem localizado porque não fica no meio de toda extensão da rua, onde há barulho. Pode-se ir ao Lago e à Catedral e até o Centro Cívico a pé. Atendimento e localização ótima: perto das lojas, dos restaurantes, da loja de “remises”, das lojas de chocolates, dos pontos de ônibus, do Lago, da Catedral. Apartamentos com mobília bem simples, mas tudo bem limpo, quentinho, do chão às toalhas de banho. Marcia conta como é bom chegar dos passeios, tirar as roupas e sapatos, pisar num carpete quentinho, tomar um banho, sem passar frio e se enxugar em uma toalha que parece “aquecida”. Café-da-manhã gostoso, com pães, frios, frutas, sucos, como de um hotel 3 estrelas no Brasil. Não há secador de cabelos no apartamento, mas é só ligar para a recepção que eles levam o secador em 3 min.

Para motivá-los, segue a foto de um por do sol visto de um quarto do hotel San Remo que tem vista para o Lago Nahuel Huapi:

Bariloche [comprar]

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Em 2011, os brasileiros fomos os reis do pedaço. Nossa moeda valia muito. Os preços na Argentina não são tão bons como nos USA, mas são atraentes. Em 1999, eu dizia: “Não comprem nada! Os preços estão altíssimos. A paridade do peso com o dólar coloca os preços médios dos produtos aproximadamente o dobro do Brasil. Fuja das compras!”.

Mas, a balança mudou. Em 2006, os preços estavam favoráveis aos brasileiros. Marcelo, que contribuiu para estas dicas, dizia “aproveite a diferença de câmbio favorável para comprar como um americano no Brasil … ou como um argentino comprava aqui quando o peso valia 3 reais”.

Câmbio

Uma dica: não troque dinheiro no aeroporto ou só troque o estritamente necessário para chegar à cidade. Em março de 2011, o câmbio no aeroporto Aeroparque (onde se pega a conexão para Bariloche) estava em 3,42 pesos por dólar. É um assalto ao turista desavisado! Em Bariloche, qualquer boteco trocava por 4,00 pesos para cada dólar. E não tem desculpa, as casas de câmbio em Bariloche trocavam na taxa de 4,00 pesos por dólar sem cobrar taxa de serviço. Os caras do aeroporto erão tão sacanas que oferecem “melhorar” a taxa de 3,42 para 3,46 se você trocar mais de US$150. É inexplicável que o turista chegue à Argentina sendo achacado dessa maneira.

Alguns hotéis fora do centro da cidade ainda cobram em dólar. Como a inflação está alta na Argentina, isto deve ser melhor para eles. O uso de cartão de crédito é bem disseminado. O imposto IOF no Brasil sobre as compras feitas no cartão passou de 2,8% para 6,8% em abril de 2011. Comprar o dólar e levar cash fica competitivo. Entretanto, a taxa de câmbio utilizada pelos cartões é favorável. O conforto do uso do cartão, não carregando muitos dólares é uma vantagem. A grande vantagem do dinheiro vivo (em “efetivo”) é poder negociar descontos nas compras. Há os cartões pré-pagos (todo banco tem) em que você compra os dólares antes e leva um cartão parecido com o cartão de crédito comum.

Aceitam-se reais e dólares em praticamente todos os lugares, mas para pagar o ideal é utilizar o peso. Evite pagar em reais, o câmbio não é favorável. Desde de 2008, comenta-se que o real está sendo aceito no comércio argentino. Dólares são melhores para usar. Entre pesos e dólar, sem dúvida, leve dólares. Com os dólares na mão, você pode trocá-los nas lojas de câmbio de Bariloche com boa taxa ou conseguir descontos negociando a taxa de câmbio na hora de uma compra diretamente em dólares. Você pode sacar pesos do cartão de crédito VISA nos caixas automáticos pagando uma taxa de US$ 4 em cada saque. O limite de cada saque era de 600 pesos, mas eu consegui sacar até 3 vezes seguidas em cada caixa. A vantagem de ter o dinheiro na mão é pagar os passeios à vista e ganhar 10% de desconto. No aeroporto tem um caixa automático, na rua Mitre tem três ou quatro e em Cerro Catedral tem um também.

Roupas

Artigos de marcas famosas como Nike, Puma, Timberland e Adidas são fáceis de encontrar. Em Buenos Aires, os preços de roupas de grife são melhores. Compram-se peças da Quiksilver, Bilabong, Lacoste, Nike, Puma, Oakley com bons preços. Os preços não são muito diferentes de Buenos Aires e bem mais baixos que no Brasil. Para quem viaja para esquiar, pode aproveitar as lojas de Bariloche para comprar roupas para o esporte. A loja Scandinavian (na Mitre, perto da esquina de Villegas) tem grande variedade dos produtos da marca de artigos de esportes de inverno Columbia. O preço de polares (casacos leves de espuma) estava em US$40. O casaco para esquiar curto na cintura, com tecido de alta tecnologia, impermeável e à prova de vento, custa US$300. Os artigos de couro também estão com bom preço. Se bem que em Buenos Aires a oferta de couro é maior e o preço melhor.

Chocolates

Sâo ótima opção para trazer de lembrança de Bariloche. As lojas têm caixas bonitas para dar de presente. Veja os comentários no artigo sobre onde comer em Bariloche.

Eletrônicos

Não há grande coisa em eletrônicos por lá. Trata-se de uma cidade para passear e fazer esportes de inverno.

Duty Free

Não consegui identificar se é melhor comprar no Duty Free de Buenos Aires ou aqui no Brasil. Lembre-se que o limite total de compras no exterior é de 500 dólares por pessoa. Os melhores artigos para comprar em lojas duty free são bebidas, perfumes e cigarros, por serem os mais taxados. Os apreciadores encontrarão no Duty Free de Bariloche uma boa oferta de vinhos que não chegam aqui. No Duty Free brasileiro, compre apenas as ofertas do dia. Trazer o bom vinho argentino é boa pedida para usar a cota do freeshop.